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outubro 13, 2005
O que eu admiro
aqueles que vão dormir ás 22h00 e só acordam no dia seguinte.
Putas das Insónias
Publicado por Luna às 09:17 AM | Comentários (13) | TrackBack
outubro 12, 2005
Não te feches em ti

Raymond Demski
Bastam as solidões que nos rodeiam.
Abre a tua janela e vai ao encontro, não da felicidade porque essa é relativa, de vida.
Respira nos outros a força para continuares, a alegria de viver, faz como a água que corre por essa cascata, ouves o som?
Vai correndo montanha abaixo, à conversa com as pedras que encontra pelo caminho!
Gostava de te dar esse oxigénio mas sinto-me completamente impotente para o fazer, não consigo ultrapassar as barreiras que colocas, com que te defendes de ti mesmo!
Muitos não entenderão esta posta, é das tais intimistas que só eu entendo e
quem comigo conversa neste monólogo!
Alguém que provávelmente nunca a lerá!
Publicado por Luna às 11:40 PM | TrackBack
Ora vão lá até lá
não por eu ser apaixonada por eles, mas porque são gajos que mexem nestas feridas como ninguém!
Publicado por Luna às 11:10 PM | Comentários (2) | TrackBack
outubro 11, 2005
Sem rede

Publicado por Luna às 11:49 PM | Comentários (9) | TrackBack
A posta do agradecimento
A todos os que por aqui passaram para me dar os parabéns.
Pela simpatia, pela companhia que me têm feito nesta Loucura.
A Nata por norma é em cima do Bolo, Francis e gosto de velas que o encham, ao bolo, Eufigénio.
Cresci uns centimetros Tubishark, e já te disse que gosto de ti?
A ressaca ainda perdura Armando, acompanhada pela preguiça!
Não costumo responder aos comentários, mas hoje abri uma excepção para responder ás questões de alguns e agradecer a todos os outros em forma de posta.
Já vos disse que gosto de vocês?
Publicado por Luna às 11:11 PM | Comentários (10) | TrackBack
outubro 10, 2005
Arrojadamente começou assim há 1 ano...
Força

...o Loucura e Nata!
Publicado por Luna às 12:00 AM | Comentários (25) | TrackBack
outubro 09, 2005
Desafio da MRF completamente desinspirado....

A janela do escritor onde me baseei
O Retiro do Escritor Famoso
O meu retiro nada tem de novo comparado com outros, é um local tranquilo onde me encontro comigo mesmo, onde tenho o silêncio, onde me viro mais para dentro do que para fora.
Valorizando mais o silêncio que o barulho. Os mil barulhos com que nos vamos habituando a preencherem o dia-a-dia.
Nesta quinta familiar, simples e modesta dos meus avós que ali nasceram e sempre viveram. Foi onde aprendi a crescer, onde brinquei com os meus primos e amigos, onde me habituei a acompanhar o meu avô na sua lide diária de vida no campo.
Tenho uma prima deficiente, que como ela costuma dizer, onde sempre fomos nós, sem rótulos nem vergonhas. Ensinados a lidar com os outros como iguais, lembro-me de andar-mos a brincar ás escondidas com a Maria, a jogar á barra do lenço ela na sua cadeira de rodas, ao mata e a saltar ao eixo (aí a Maria era inevitavelmente o eixo, mas quanto nos divertíamos quando algum não conseguia ultrapassá-la e rebolávamos todos pelo chão fora)
Os serões eram passados á lareira nas noites frias, fazia-se de tudo um pouco, o cansaço pesava, mas eu ansiava pelas “histórias” do avô.
Sentado na sua poltrona e a minha avó na outra fazendo malha, lia com ele livros que me marcaram até hoje. Com ele ganhei o gosto pela leitura e escrita, acho que foi do cheiro que têm, que soltam ao serem manuseados, é um cheiro próprio, cheiro do tempo que por eles passou e passa.
O meu avô lia-me trechos que nada me diziam na altura, mas que hoje estão tão presentes e acabaram em referências para a minha identidade e formação!
A formação também a fiz nestes jardins que rodeiam a casa, no acordar e escancarar as janelas para o Mundo, que lá fora gritava por mim no seu silêncio, na sua paz que só aí sempre encontrei!
Foi aqui que me passaram todos os testemunhos e vivências para trilhar os caminhos da Vida, nem sempre fácil mas sempre para caminhar, com força e garra com que o faço.
Nos seus cheiros, nos seus recantos, no baloiço ao vento onde tive a minha primeira namorada, Helena!
É uma casa igual a tantas outras, para mim carregada de afectos, de memórias e recordações de uma infância feliz. Muitos dizem que ele, o meu retiro, é o principal responsável por ser o Escritor Famoso, para mim é responsável da minha existência como ser humano!
Publicado por Luna às 08:09 PM | Comentários (4) | TrackBack
outubro 08, 2005
Silêncio

Mehmet Ozgur
estado subtil de comunhão.
A única, a verdadeira solidão consiste em perdermo-nos de nós mesmos.
Silêncio é um esquecimento mental que nos permite comunicar profundamente com alguém.
Fundirmo-nos com a natureza. Com o mundo á nossa volta.
Maria José Costa Félix na Xis
Publicado por Luna às 08:36 PM | Comentários (8) | TrackBack
outubro 06, 2005

JPava
A vida deve-se viver a cada minuto, a cada segundo.
Até porque nem sempre ela nos dá segundas oportunidades!
Tenho tanto por dizer
Tanto para contar
Que a Vida não chega...
Tenho o Céu e
Tenho o Mar e
Tanto para dar
Que a Vida não chega...
Rita Guerra
Publicado por Luna às 11:08 PM | Comentários (8) | TrackBack
A Luna anda

Bjorn Oldsen
Completamente desinspirada e sem paciência para Loucura muito menos para Nata!
Mas como diz um Tubarão meu amigo, gosto muito de pessoas!
Gosto de conversar, dos comentadores que me visitam, converso muito mais nos outros cantos que aqui. Assumidamente gosto de blogar, mais ainda que ter o blog.
Aprendo aqui e bujardo.
Divirto-me e mando bujardas aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
Aceito desafios á escrita aqui e aqui e mando igualmente bujardas!
Actualizo-me na politica nacional com humor ,aqui e aqui e também mando bujardas
Identifico-me aqui e aqui! e mando bujardas também!
Apaixono-me por aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e por aqui aburdajando também.
Concluindo eu gosto mesmo é de Bujardas !
Publicado por Luna às 12:10 AM | Comentários (16) | TrackBack
outubro 03, 2005
O que é Catarse?
- Ó mãe....dahhhh! É o que se faz assim com os dedos aos piolhos!
Ter filhos só tem vantagens!
Publicado por Luna às 12:26 PM | Comentários (13) | TrackBack
outubro 02, 2005

Ás vezes o que me apetece aqui escrever, nem sempre é o que escrevo. Nem o que aqui escrevo, é sempre em relação a mim.
Escrevo também sobre sentimentos que os outros me dão testemunho, as suas alegrias, ilusões, sonhos, sons, tristezas, desilusões, realidades e os seus silêncios!
Os silêncios...
Entre amigos e pessoas que se gostam, não se interpretam, não existem!
Se existirem é porque ilusóriamente serão amigos, cumplices e até companheiros de guerras!
Com quem estimo não existem silêncios, são opções e regras de vida com as quais gosto, sei e quero jogar. As outras não me interessam!
Se todos tivessemos as mesmas regras, seria uma monotonia...mas há as que se fossem unânimes, a caminhada seria bem mais leve e acompanhada.
A ouvir Vinicius de Moraes
Publicado por Luna às 02:51 PM | Comentários (5) | TrackBack
Divulgação

Dêem a palavra ás vossas sanitas!
Publicado por Luna às 11:04 AM | Comentários (1) | TrackBack
outubro 01, 2005
Sem Palavras II

Bjorn Oldsen
Publicado por Luna às 11:32 PM | Comentários (0) | TrackBack

Roubado aqui
Há silêncios, quando olhos nos olhos, valem mais de mil palavras
Quando fora do alcance da vista, valem aquilo que são...
Ausências silenciosas
Publicado por Luna às 09:49 PM | Comentários (2) | TrackBack